Pregão: O desabafo do Doutor Jorge (DEM)


O vereador Jorge Mário Borghetti, o Doutor Jorge (DEM) fez um desabafo no seu discurso da sessão legislativa ordinária da Câmara de Vereadores na quinta-feira, dia 1º de junho, em Barra Velha. Segundo ele, cinco meses da atual administração se passaram e mesmo com solicitações emergenciais para melhorar a estrutura da saúde local, estes pedidos não foram atendidos pela Prefeitura.

“Nossa prioridade, seja na condição de médico ou parlamentar, é a vida”, disse Doutor Jorge. “Creio que falta ao governo municipal imprimir uma gestão competente”, apontou o vereador. Além de mais agilidade da Secretaria de Saúde local, Borghetti pediu ainda maior estrutura para as secretarias de Planejamento e Obras. “Eu sei que em 20, 25 anos, várias gestões se passaram e não houve como montar uma equipe verdadeiramente técnica. Mas agora é a hora, precisamos qualificar a administração”, reforçou o vereador.

Na visão de Doutor Jorge, não é preciso esperar que algo de ruim aconteça em Barra Velha, para só então a Prefeitura pedir recursos das esferas federal e estadual. “Só teremos captação de recursos eficiente se tivermos projetos bem elaborados e corretamente encaminhados”, completou.

O parlamentar lembra que aproximou a equipe administrativa do ministro da Saúde, Ricardo Barros, e também agendou audiências com o secretário estadual da pasta, Vicente Caropreso, em Florianópolis. Mas na visão de Borghetti, o encaminhamento e desenvolvimento de projetos estaria “a passos lentos”.

Doutor Jorge também manifestou apoio à reivindicação do vereador Juliano Bernardes, o Professor Juliano (PMDB), que pediu o cancelamento da licitação de compra de materiais escolares para professores e alunos dos Centros de Educação Infantil (CEIs), as creches da rede municipal de ensino, por serem considerados inadequados.

“Vão fazer um pregão para quê? Para comprar material de baixa qualidade? Papel sem uso e sem ouvir os professores?’, questionou ele, dando apoio a Juliano, que quer a suspensão da licitação e o investimento dos R$ 141 mil previstos em materiais como folhas de sulfite, que realmente atendam à demanda dos trabalhadores da Educação.

“O que vimos é que querem comprar um material de conteúdo inadequado, não didático, ou inadequado para os professores. Isso não pode acontecer. Assim como eu elogiei a economia feita no início do ano pela Secretaria de Educação de Barra Velha, eu cobro que o recurso seja aplicado de maneira correta”, finalizou.

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